O trabalho paga a crise

Entre 2011 e 2014, período que corresponde ao pico (até à data) do programa ideológico da direita portuguesa e europeia, o rendimento salarial caiu de 65,5% do rendimento disponível para 62,4%. Já a remuneração do capital subiu para 36,4%.

Dito de outra forma, foram retirados 5800 milhões ao trabalho e dados 4400 milhões ao capital: o trabalho paga os custos da crise.

Vergonhoso, intolerável e incompatível com qualquer governação de esquerda decente.