Segundo um relatório internacional, o programa Novas Oportunidades continua a garantir bons resultados a Portugal. Um olhar interessante sobre um programa que foi prematuramente extinto por puro preconceito ideológico.
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Contra o novo acordo ortográfico
Posted on 23 janeiro 2014
A contestação
Muitas empresas proíbem-no expressamente, vários jornais não o aplicam, diversos organismos públicos boicotam-no e a generalidade dos cronistas e autores coloca em rodapé a recusa de escrever mediante as novas regras dos tecnocratas da língua.
Os danos são visíveis em todo o lado, provocando um abastardamento linguístico que mais se assemelha a um português tribal de sms, misturando duas convenções, replicando erros das duas, degenerando estupidamente uma língua por causa de um acordo que nenhum dos «acordados» quer aplicar, à excepção de uns iluminados em Portugal.
O processo impositivo do novo acordo ortográfico tem muito do carácter falsamente redentor do «ajustamento», sendo mais desvalorizado pela sua dimensão cultural e imaterial. Quanto mais tempo insistirmos neste erro, pior, e não é aceitável que uma geração comece a ser formada na ignorância linguística mediante os protestos de uma parte substancial da comunidade educativa: os pais.
A este propósito, vale a pena ler dois recentes artigos, um de José Pacheco Pereira (tendo neste momento mais de 21 mil partilhas!) e outro de Vasco Graça Moura, apresentando algumas opções para a saída desta trapalhada. Vamos a isso que já vamos tarde.
