Três anos depois, os únicos bons resultados que o país tem para apresentar decorrem de investimentos do PS.
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Herança socialista
Portugal está a bater todos os recordes de produção de energia limpa e o ano passado foi até agora o mais renovável neste século (na produção e consumo).
Igualmente impressionante é a poupança: entre outros, as renováveis em 2013 pouparam 806M€ na importação de combustíveis fósseis e 40M€ em licenças CO2.
É mais uma herança socialista.
Não há inevitabilidades
O Supremo Tribunal de Espanha decidiu que as cinco maiores empresas eléctricas a operar em Espanha têm de assumir o défice tarifário, que ascende a 26 mil milhões de euros.
Retoma da indústria
Energias renováveis

Giles Money, fund manager na área de Global Resources and Climite Changes da Schroders, faz hoje o elogio da política energética dos Governos de José Sócrates:
«O ponto mais importante a retirar de tudo isto é que, com a economia europeia a recuperar, os países menos dependentes das energias fósseis terão menos impacto nos custos energéticos e, logo, irão aumentar a sua competitividade.»
O desastre liberal na Energia
Conhecemos a doutrina do Governo sobre as (contra-)reformas na energia, o putativo corte nas rendas excessivas, a liberalização dos mercados, a privatização de sectores estratégicos para a economia.
Portugal aplicou o choque liberal na energia e o país perdeu a EDP como activo de desenvolvimento da economia nacional, incluindo a política industrial.
Ora, qual o resultado de tudo isto?
Portugal está duplamente entre os países com energia mais cara na Europa e entre aqueles em que os cidadãos mais dificilmente se aquecem convenientemente no Inverno, tanto pelo preço da energia (incluindo aumento do IVA) como pela estratégia de empobrecimento colectivo.




