A discussão sobre as virtudes e pecados das monarquias constitucionais ignora o problema fundamental: é chocante, nas sociedades herdeiras das Luzes, das Revoluções e do liberalismo, que um cidadão seja fiel depositário de prerrogativas políticas sem ter o dever de as disputar com os demais cidadãos, que assim se inferiorizam nos direitos colectivos. Eis porque acima da República, nada.
Mostrar mensagens com a etiqueta Espanha. Mostrar todas as mensagens
Não há inevitabilidades
O Supremo Tribunal de Espanha decidiu que as cinco maiores empresas eléctricas a operar em Espanha têm de assumir o défice tarifário, que ascende a 26 mil milhões de euros.
Pela República espanhola
Milhares de espanhóis desfilaram pelo fim da monarquia herdada de Franco, minada pela corrupção e pelo centralismo madridista.
14 Abril é a data que assinala a proclamação da II República, que foi derrotada após um golpe militar apoiado pela direita europeia, que levou a uma guerra civil alimentada pelo armamento nazi-fascista: foi o preâmbulo da Segunda Guerra Mundial.
A monarquia é um regime decrépito, assente na captura de bens públicos e na aleatoriedade genética anti-democrática. As grandes manifestações deste domingo provam que os espanhóis não esquecem e que a República, mais cedo ou mais tarde, vai triunfar.
Viva a República!