Ouvir Helmut Schmidt na abertura do congresso dos socialistas alemães faz-nos lembrar pelo menos quatro coisas:
- Que a política da Alemanha não se resume a Merkel e ao seu projecto de destruição de uma Europa outrora unida.
- Que apenas haverá uma resposta alternativa à crise com a mobilização dos socialistas. Perdemos o continente por culpa própria, internalizando culpas alheias. O SPD oferece a esperança de uma viragem.
- Que os apoiantes e dirigentes da direita europeia, de Passos Coelho a Merkozy, deviam corar de vergonha pelos resultados destruidores das suas políticas.
- Que estaremos cá para os derrotar, lembrando as suas responsabilidades históricas.
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